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✓  O que é Coparentalidade

 

Coparentalidade responsável e planejada é uma configuração familiar alternativa para quem quer ter filhos, mas sem a necessidade ou obrigatoriedade de um um relacionamento romântico, conjugal e/ou até mesmo sexual entre os parceiros envolvidos.

A ideia é constituir uma família não tradicional, baseada somente no amor, carinho e afeto. É mais uma opção, entre tantas outras já existentes, para solteiros convictos ou casais que, independentemente da orientação sexual ou identidade de gênero, querem realizar o sonho de constituir suas famílias.

Multiparentalidade – é uma modalidade da coparentalidade, mas em que três ou mais indivíduos registram a criança. Por exemplo: um casal de gays e uma amiga; um casal de lésbicas e um amigo; dois casais homossexuais. Também pode feita entre um casal heterossexual e uma terceira pessoa.

✗ E o que não é 

NÃO ACEITAMOS DOADORES DE ESPERMA NEM QUEM BUSCA POR DOAÇÃO EM NOSSA PLATAFORMA.

Isso porque, apesar da doação de esperma ser umas das alternativas existentes para quem não pretende constituir uma família tradicional, ela nada tem a ver com a proposta da coparentalidade, visto que, nesse caso, o doador não terá responsabilidade pela criança gerada.

Doar é um gesto nobre de dar sem pedir nada em troca.

No Brasil, a doação de esperma regulamentada (única forma do doador ANÔNIMO abrir mão da paternidade) é feita em bancos de sêmen sem nenhum tipo de compensação ou remuneração.

Mas em nosso país, há uma prática comum de doadores não-anônimos “ajudarem” com seu material genético a pessoas que engravidam por meio da Inseminação Caseira. Por meio dessa modalidade, o doador corre o risco de ser acionado judicialmente a assumir a paternidade a qualquer tempo no decorrer da sua vida. Ainda nesse prática de doação não-anônima, muitos doadores cobram pelo esperma, o que é ilegal no Brasil, constituindo crime.

NÃO ACEITAMOS BARRIGA DE ALUGUEL NEM QUEM BUSCA POR UMA BARRIGA EM NOSSA PLATAFORMA.

Isso porque, apesar da barriga de aluguel ser umas das alternativas existentes para quem não pretende constituir uma família tradicional, ela nada tem a ver com a proposta da coparentalidade, visto que, nesse caso, a barriga não terá responsabilidade pela criança gerada.

Doar é um gesto nobre de dar sem pedir nada em troca.

No Brasil, a “barriga de aluguel” regulamentada, é denominada de barriga solidária ou útero de susbtituição. Nesses casos, o bebê será concebido com óvulo de doação anônima ou da mãe biológica (dependendo da situação), nunca com o próprio óvulo da gestante, que deve ser parente de até quarto grau de um dos pais biológicos.

Mas em em nosso país, há uma prática relativamente comum, mas completamente ILEGAL de mulheres cobrarem altos valores para gerar um filho concebido com seu próprio óvulo por meio de inseminação artificial caseira ou até mesmo pelo método tradicional. Além de ser um crime, nesses casos a barriga de aluguel, caso se arrependa da decisão, poderá requerer judicialmente a guarda da criança a qualquer tempo e, mais provavelmente, ganhará por ser mãe biológica da criança, comprovadamente pelo exame de DNA.

NÃO ACEITAMOS BARRIGA DE ALUGUEL NEM QUEM BUSCA POR UMA BARRIGA EM NOSSA PLATAFORMA.

A produção independente é outra das alternativas para aqueles que buscam uma família não tradicional. Ela é, na verdade, o oposto da coparentalidade, porque será uma parentalidade unilateral, a criança terá somente um responsável (pai ou mãe).

Não temos nada contra a proposta e somos sempre a favor da autonomia e liberdade das pessoas de optarem por realizarem seus sonhos da forma que melhor acharem.

Mas o nosso espaço não é para esse público justamente porque nós queremos uma parentalidade em cooperação mútua com outra pessoa e não assumir essa responsabilidade exclusivamente.

Normalmente, quem opta pela produção independente, faz uma reprodução assistida em laboratório com sêmen de doador anônimo ou uma inseminação caseira com o esperma de um doador não-anônimo. E, como não aceitamos doadores de esperma não-anônimos na plataforma, as interessadas em produção independente não terão o que fazer aqui. A não ser que mudem de ideia, resolvendo apostar na coparentalidade.

Visionária

O futuro já é agora. Apenas mais um passo na evolução de inúmeras conquistas de liberdade e livre arbítrio conquistados.

Disruptiva

Rompe com todo o conservadorismo do patriarcado e possibilita uma transformação social no rumo de respeito à diversidade, quebrando tabus e paradigmas.

Empoderadora

Respeita a autonomia e garante o direito à reprodução de cada indivíduo, independemente de estado civil, orientação sexual e identidade de gênero.

Métodos de Concepção

Fertilização In Vitro

É o tratamento de reprodução assistida que consiste em realizar a fecundação do óvulo com o espermatozóide em laboratório. É um procedimento muito procurado por casais inférteis, homossexuais ou mulheres solteiras para produção independente. É uma ótima opção para PAIS AMIGOS que pretendem evitar o contato sexual. A FIV não é regulamentada pelo Conselho Federal de Medicina, embora muitas pessoas estão fazendo mediante assinatura de termo de união estável.                                                                                                                                                                    

Inseminação Artificial

É um método de reprodução assistida em que os espermatozóides são introduzidos no interior do útero da mulher, sem a necessidade da retirada dos óvulos do seu corpo para fecundação externa ao corpo. Uma opção de custo muito inferior à FIV para quem não pretende engravidar pelo método tradicional. Este procedimento também não é regulamentado pelo CFM e os interessados conseguem realizá-lo, em algumas clínicas, por meio da assinatura de união estável.                                                                                                                                                                         

Inseminação Caseira

É o método para levar o sêmen até dentro do útero sem custo nem relação sexual. Só que neste o espermatozóide não passa pelo tratamento dado em bancos de esperma ao material genético de doadores anônimos. O procedimento é realizado com materiais descartáveis e o sêmen de um doador não anônimo ou, no caso da coparentalidade, com sêmen do pai da criança. Atualmente, é a opção mais acessível para a nossa proposta, diante do baixo custo, da inexistência de contato sexual e da não regulamentação de procedimentos realizados em laboratório.

Tradicional

É o mais antigo método de reprodução, por meio do contato sexual entre os envolvidos.  Considerado o mais natural e barato dos métodos, nem sempre é o preferido de todas as pessoas, as quais acabam abrindo mão do ato por causa de orientação sexual ou, até mesmo, a escolha de não se relacionar conjugalmente com o parceiro. Não se pode esquecer de antes de começar as tentativas, pai e mãe  devem fazer todos os exames pré-nupciais. É indicado ainda ainda, para todos os métodos, a realização de exames de compatibilidade genética.

Perfil do nosso usuário

Solteiro
Sem filho
Graduado ou +
Heterossexual

 

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