Faça um filho comigo!

A primeira rede social para quem quer ter filho

Você quer muito ter um filho, mas ainda não tem com quem? Então conheça Pais Amigos, uma inédita, visionária e disruptiva plataforma de Coparentalidade Responsável e Planejada no Brasil. Uma Rede Social para o encontro de pessoas que querem planejar, conceber, criar e educar um filho, sem a necessidade ou obrigatoriedade de um relacionamento conjugal, romântico ou, até mesmo, sexual entre os genitores.

É uma “nova” configuração familiar constituída a partir do amor (fraternal), amizade e muito respeito, para a divisão igualitária dos direitos e deveres entre pai e mãe. “Família é – ou deveria ser – a união de pessoas que além de se amar e respeitar, mantêm muito diálogo entre si. Para um bom desenvolvimento psicológico, crianças precisam de pais em harmonia, independentemente de serem casados, separados ou apenas amigos”, afirma a jornalista e Idealizadora de Pais Amigos, Taline Schneider.

Mas não é porque o objetivo dos usuários da plataforma é ter um filho sem relacionamento que, de repente, um namoro ou até mesmo casamento não possa ser a consequência. Afinal, tratam-se de seres humanos, com sentimentos. Mas a prioridade, sempre será o filho e seu planejamento com muita responsabilidade. “Assim que se cadastram, os usuários informam o que buscam na plataforma: apenas compartilhar um filho com um pai/mãe amigo (a); a possibilidade de um relacionamento romântico ou, até mesmo, uma parceria para a adoção”, explica Taline.

Como a plataforma é uma ferramenta de desconstrução de preconceitos, principalmente do machismo, e visa incentivar a nova masculinidade e paternidade, existem regras rígidas e proibição de algumas configurações familiares. Não são aceitos na rede social doadores de esperma e barrigas de aluguel, bem como quem procura por esses perfis, como um casal homoafetivo que não pretende partilhar o filho com uma terceira pessoa amiga ou quem sonha com uma produção independente. “Isso porque a ideia é que todos os genitores se responsabilizem pelos filhos que colocam no mundo. Além do mais, barriga de aluguel e doação de esperma não anônima, fora das clínicas de reprodução assistida, quando envolve dinheiro (venda), é crime em nosso País”, alerta a jornalista gaúcha.

“Não temos nada contra essas outras configurações, desde que não configurem crime (venda de esperma ou barriga de aluguel)”, justifica Taline. As formas consideradas aceitáveis na plataforma são coparentalidade; multiparentalidade e poliafetividade, independentemente do método de concepção ou de o filho ser biológico ou adotivo, além, é claro, de um relacionamento tradicional de forma planejada.

Perfil do usuário

Dos 1.728 cadastrados em Pais Amigos uma média de cinco novos usuários por dia, o que representa um crescimento de 14% ao mês – 51,75% são homens e 47,92% mulheres. A maioria é da Região Sudeste (58,38%), sendo que 32,85% do Estado de São Paulo; 13,28% do Rio de Janeiro; 10,06% de Minas Gerais e 2,19% do Espírito Santo. Rio Grande do Sul (5,68%), Paraná (5,34%) e Distrito Federal (4,93%) praticamente empatam na terceira colocação. Quase metade dos usuários (49,59%) tem entre 30 e 40 anos.

A grande maioria dos interessados em Coparentalidade declara-se heterossexuais (74,92%); 16,45% homossexuais; 7,48% bissexuais; 0,88% assexuais; 0,27% pansexuais. A maioria busca apenas ter um filho em uma parceria de amizade (81,71%); 37,67% busca uma parceria para adoção e uma minoria se declara aberta a um relacionamento romântico (10,88%).

Entre os usuários, 89% ainda não tem filho; 78,64% são solteiros; 84,56% tem graduação ou mais; 80% usa ou usaria uma plataforma virtual para realizar o sonho da maternidade/paternidade.

Métodos de concepção

A maior parte dos candidatos à Coparentalidade se interessa pelo método tradicional (sexual) de concepção (50,23%), praticamente empatado com a Inseminação Caseira (50,12%). Por motivos financeiros (custo elevado), a Inseminação Artificial (39,93%) e a Fertilização in Vitro (27,2%) são os menos procurados. “Sem falar que a reprodução assistida, em casos de Coparentalidade, ainda não é regulamentada pelo Conselho Federal de Medicina. Os amigos que tentam fazer um filho em laboratório, por enquanto, precisam assinar um termo de união estável em cartório”, explica Taline.

Contrato

Apesar de não ter validade jurídica, recomenda-se fazer um contrato estabelecendo as cláusulas baseadas em tudo que foi acordado verbalmente. O documento deve ser elaborado com o suporte de um advogado de família (sem preconceitos) e registrado em cartório. Em uma possível futura disputa judicial, o contrato servirá como testemunho das intenções dos pais. Centenas de contratos de Coparentalidade já foram feitos no Brasil, mas não se tem notícia de nenhum caso que tenha chegado à Justiça. “Porque amigos que planejam juntos um filho em guarda compartilhada, não brigam. Quem disputa guarda de filho são casais em litígio”, avalia a Idealizadora da plataforma.

Funcionalidades da Rede Social

Toda a plataforma Pais Amigos foi pensada com muito amor, carinho e cuidado, para garantir, além de um ambiente seguro, privacidade.

Conheça abaixo cada uma das demais funcionalidades incríveis criadas para facilitar e acelerar as buscas da parceria ideal ou, no mínimo, daquela mais compatível.

– Cadastro gratuito

– Triagem automática (e moderação manual para os reprovados)

– Verificação do Perfil

– Índice de compatibilidade

– Filtros avançados de busca

– Conversas privadas apenas para usuários que se adicionarem/aprovarem como amigos

– Privacidade/Invisibilidade

– Bloqueio de usuários inapropriados

– Denúncia a perfis suspeitos

– Notificação, advertência e exclusão de usuários não identificados com a proposta da Coparentalidade

 

Dados atualizados em 23/05/18

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